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modelo 01 · treinado

COS Sentinel

Um só lugar para as rotinas, os registros e os relatórios de uma operação de segurança.

Estado
Em implantação — versão de testes com os operadores
Papel
Ideia e desenvolvimento — por iniciativa própria
Assistir ao filme
Role para ver

Filme de apresentação

experiência

O problema

A central de segurança convivia com dores do dia a dia: rotinas feitas de jeitos diferentes, informações espalhadas e pouca padronização entre turnos. Ninguém me pediu um sistema — eu vi essas dores de perto, no meu próprio trabalho, e decidi resolver. O COS Sentinel nasceu para facilitar e padronizar a operação da COS.

Contexto e restrições

Desenvolver sistemas não era a minha função. Comecei por fora, no meu tempo, como um projeto pessoal. A central gostou, e hoje o COS Sentinel está em implantação: a primeira versão oficial de testes já está nas mãos dos operadores.

  • Nasceu num contexto corporativo de segurança. Tudo o que aparece neste case está sanitizado ou aguardando autorização de publicação.

  • É um sistema interno, com dados da empresa: roda num servidor dentro da rede e só é acessado pela rede interna ou por VPN.

  • Desenvolvi fora do horário, no meu notebook, só com dados de teste. As informações da empresa entram apenas no computador e no servidor de dentro da rede.

O sistema

Operações de segurança dependem de rotinas e informações que precisam estar em um só lugar. O COS Sentinel centraliza tudo em um único sistema web, organizado em quatro módulos: Central, Controle de PA, Histórico / RO e Relatórios.

sistemaCOS Sentinel
Central — tela do filme de apresentação

módulo 01 de 04

Central

Registro guiado das ocorrências em 6 etapas, com protocolo e acompanhamento até o fim. Registre, acompanhe, tenha controle.

Por dentro do sistema

experiência

O sistema rodando de verdade, num banco de testes descartável. Os registros que aparecem nas telas — ocorrências, pessoas, locais e atendimentos — são fictícios, criados só para esta demonstração.

COS Sentinel · Início
dados fictícios
COS Sentinel — tela Início, com dados fictícios

Início

O plantão numa olhada: o que abriu hoje, o que está em andamento, o que é crítico, os próximos PAs e as últimas ocorrências.

As telas

experiência

Telas reais do filme. Arraste para o lado e clique em uma para ver aquele momento no vídeo.

Papel

Ideia e desenvolvimento — por iniciativa própria

Arquitetura

engenharia
  1. L1 · Interface

    Telas renderizadas no servidor; componentes de cliente só onde a tela precisa reagir na hora, como o PA em tempo real.

  2. L2 · Entrada

    Server actions e rotas de API são as únicas portas para ler ou gravar dados.

  3. L3 · Acesso

    Sessão e perfil conferidos no servidor em toda chamada — esconder um botão nunca substitui a permissão.

  4. L4 · Domínio

    Registro e comunicação · Controle de PA · Histórico / RO · Relatórios · diretórios e contatos

  5. L5 · IA local

    Corrige só o texto livre do operador; um verificador confere cada correção antes de aceitar.

  6. L6 · Dados

    Esquema em Drizzle sobre PostgreSQL 16.

Visão de alto nível, conferida no código do sistema. Endereços, integrações internas e configurações da empresa ficam de fora.

Stack e motivos

engenharia
Next.js 16App Router · server components · server actions
As telas e as ações rodam no servidor, então o acesso ao banco e as regras nunca chegam ao navegador e não existe uma API pública para proteger.
PostgreSQL 16Banco de dados principal
Ocorrências, comunicações e atendimentos de PA ficam ligados entre si e consistentes, com o histórico de cada mudança.
Drizzle ORMSchema · queries tipadas
O esquema do banco vive no código em TypeScript, e o mesmo esquema monta o banco descartável usado nos testes.
Better AuthLogin · sessões · perfis
Login dentro do próprio sistema, com a mesma conta da rede da empresa, e cinco perfis de acesso, de operador a superadministrador.
IA local (Ollama · Qwen3 4B)Revisão do texto do operador
Roda no próprio servidor, sem mandar nenhum relato para fora da rede. O modelo foi escolhido comparando quatro opções em relatos escritos do jeito que o operador digita.
Tailwind CSSInterface
Um vocabulário visual pequeno e consistente para telas operacionais densas, nos temas claro e escuro.

Como funciona

engenharia
  1. 01

    O operador conta o que aconteceu no registro guiado; o sistema valida os campos e avisa o que está faltando.

  2. 02

    Um glossário da central corrige, sem IA, o que é previsível: abreviações, siglas, acentos e horários.

  3. 03

    A IA local corrige só o texto livre. Códigos, horários e números são protegidos antes e voltam intactos depois.

  4. 04

    Um verificador confere cada correção: se mudar um fato, um nome ou uma negação, ela é recusada e o texto volta como foi digitado.

  5. 05

    O código monta a mensagem e o relatório sempre no mesmo modelo; o operador revisa e registra, e o PA começa a contar o SLA.

Trade-offs e lições

IA no próprio servidor em vez da nuvem. Os relatos têm informações internas, e mandar isso para uma IA na nuvem seria expor os dados da empresa. O preço é a qualidade: um modelo pequeno, rodando num servidor modesto, erra bem mais do que os grandes da nuvem.

Com uma IA pequena, não dá para confiar só nela. O que é previsível virou regra fixa, sem IA; os códigos e horários ficam protegidos; e toda correção passa por um verificador antes de valer. Se ela errar, o texto volta exatamente como o operador escreveu.

Resultados

Os operadores estão testando e se familiarizando com o sistema. Atualizo o Sentinel quase todo dia, com melhorias que saem do retorno deles. O próximo passo é a homologação: ser reconhecido pela área de cibersegurança como sistema oficial da empresa.